Em cada fato há uma fala subentendida,
A cada fala há uma linha subentendida,
A cada linha há uma entrelinha subentendida,
O meu revelar, esconde sempre algo que temo dizer.
O meu não encobre o meu sim,
O meu silêncio encobre o meu barulho,
O meu medo encobre a minha coragem,
Em cada linha não-dita, estou sempre rezando baixinho ,
para você ler nas minhas entrelinhas.
Dedicado: à amiga Lis que é lilás da cor de dia feliz.

E quem não sabe ler nas entrelinhas das tuas linhas, não merece a poesia que dela sempre surge!
Bjos flor!
Milene:
Há muito já me convenci que somente as entrelinhas dizem alguma coisa. O resto está lá só para disfarçar!
Um beijo!
só sai do analfabetismo poético quem sabe ler as entrelinhas.
Oi Miloca,
Desculpa a demora. Foi tudo culpa da minha viagem, hehehe…
Olha só, fico super feliz em ver novas letrinhas nesse Jardim.
“Em cada linha não-dita, estou sempre rezando baixinho para você ler nas minhas entrelinhas”
Suas entrelinhas são tão floridas que dão sempre prazer de serem lidas. Pode até rezar baixinho para iluminar o caminho, mas mesmo sem reza as suas entrelinhas demonstram muita luz. Adorei o post e a referência.
Obrigada e grande beijo.